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Dúvidas frequentes

Dúvidas sobre chargeback

Respostas curtas para as perguntas que mais chegam ao escritório. Cada uma leva ao guia completo sobre o assunto.

O básico

O que é chargeback?

É a contestação de uma compra no cartão feita pelo titular junto ao banco emissor. Quando aceita, o valor volta ao comprador e é debitado ou retido do lojista.

Leia o guia completo
Chargeback e estorno são a mesma coisa?

Não. O estorno é feito pelo próprio lojista. O chargeback é aberto pelo titular do cartão no banco, sem passar pela loja, e segue as regras da bandeira.

Entenda a diferença
Como o chargeback chega até o lojista?

O comprador contesta no banco emissor, o pedido passa pela bandeira e chega à credenciadora, que avisa o lojista e debita ou bloqueia o valor.

Veja as etapas
O que é fraude amigável?

É quando o próprio titular do cartão compra, recebe o produto e depois contesta a compra no banco. É o tipo de chargeback mais comum no e-commerce.

Leia sobre fraude amigável
Existe chargeback no Pix?

Não no sentido técnico. No Pix existe o MED, Mecanismo Especial de Devolução do Banco Central, para casos de fraude e falha operacional, com regras próprias.

Prazos e defesa

Quanto tempo o comprador tem para abrir um chargeback?

Em regra, até cerca de 120 dias da compra ou da data prevista de entrega, conforme a bandeira e o motivo.

Veja todos os prazos
Qual o prazo para o lojista se defender?

Poucos dias, definidos pela credenciadora no aviso de chargeback. Acompanhe o painel e o e-mail da plataforma diariamente.

Entenda os prazos
Como contestar um chargeback?

Responda ao aviso dentro do prazo com provas ligadas ao motivo alegado: nota fiscal, comprovante de entrega, dados do comprador, conversas e termos aceitos.

Veja o passo a passo
Perdi o prazo de defesa. Ainda tem jeito?

Pode ter. O prazo administrativo é curto, mas a ação judicial contra a credenciadora segue prazos bem mais longos, desde que você tenha guardado as provas.

Entenda a via judicial

Direitos e Justiça

O lojista é sempre obrigado a arcar com o chargeback?

Não. Tribunais entendem que a credenciadora que aprovou a venda não pode transferir todo o risco ao lojista de forma automática, a menos que prove uma falha específica dele.

Leia sobre chargeback indevido
A cláusula de chargeback do meu contrato é válida?

Ela é válida em abstrato, mas não pode ser aplicada automaticamente. Para o STJ (REsp 2.180.780/SP), o lojista só responde sozinho se ficar provada falha dele decisiva para a fraude.

Entenda a cláusula
Dá para recuperar valores de chargeback na Justiça?

Em muitos casos, sim. Se a venda foi aprovada e entregue, há decisões do TJSP que obrigam a credenciadora a restituir os valores com correção e juros.

Veja como funciona
Contra quem é a ação?

Normalmente contra a credenciadora ou o intermediador de pagamento com quem o lojista tem contrato, porque foi quem aprovou a venda e reteve o valor.

Leia o guia
O Código de Defesa do Consumidor protege o lojista?

Em regra, não na relação com a credenciadora, que é considerada empresarial. Mesmo assim, o Código Civil e a boa-fé contratual têm sido suficientes para afastar a cláusula de chargeback abusiva.

Entenda
E se o cartão realmente foi clonado?

Mesmo assim o lojista pode ter direito ao valor. Se a credenciadora aprovou a venda pelo próprio sistema, a fraude faz parte do risco da atividade dela.

Atendimento

Como funcionam os honorários?

A análise inicial é gratuita. Depois dela, apresentamos uma proposta conforme o caso, que pode incluir valor fixo, percentual sobre o êxito ou um modelo misto. Nada é cobrado antes do contrato.

Vocês atendem empresas de outros estados?

Sim. O atendimento é online, por WhatsApp e videoconferência, e as ações podem ser propostas em qualquer comarca do país.

O que preciso enviar para a análise?

O aviso de chargeback ou o extrato com a retenção, o nome da plataforma de pagamento e, se tiver, as notas fiscais e os comprovantes de entrega.

Quanto tempo leva um processo?

Varia conforme a comarca e os recursos. Não há garantia de prazo. Nos casos do escritório no TJSP em 2025, sentença e recurso foram julgados no mesmo ano.

Veja os casos
O Movimento Chargeback Legal é uma ONG?

Não. É uma iniciativa do escritório Paulo Andrade Advogados, fundada pelo Dr. Paulo Andrade.

Conheça o Movimento

Recebeu um chargeback que não faz sentido?

Envie o aviso da operadora e os dados da venda. O Dr. Paulo avalia se há base para contestar ou recuperar o valor. A análise inicial é gratuita e sem compromisso.